MAIS PS, ACREDITAR NO FUTURO!

Comissão Política Concelhia de Santarém:cpc.ps.santarem@gmail.com


12/03/2007

Nova lei eleitoral autárquica

Presidentes de Câmara “equiparados” a Primeiro-Ministro


A lei eleitoral autárquica vai mudar e as alterações nela introduzidas aplicar-se-ão já nas próximas eleições de 2009.
A partir desta data, deixarão de existir listas separadas para a Câmara e para a Assembleia Municipal. À semelhança do que já se verifica nas freguesias, haverá somente uma lista (por partido) para a Assembleia. Quem encabeçar a lista mais votada será o presidente da Câmara.
Quanto à formação do executivo municipal, o presidente da Câmara passa a ter liberdade de escolha, como acontece na constituição do Governo pelo primeiro-ministro. Há, no entanto, uma ligeira nuance: enquanto que o primeiro-ministro pode escolher quem quiser para o seu Governo, o presidente da Câmara fica limitado aos eleitos para a Assembleia Municipal, quando escolher os “seus” vereadores.
Uma outra novidade de grande importância política prende-se com as maiorias no executivo municipal. Com efeito, a partir de 2009, bastará a uma candidatura ter mais um voto do que os seus adversários mais próximos para que exista uma maioria absoluta na Câmara. Tudo isto porque o presidente ficará com poderes para escolher “metade dos vereadores mais um”. Os restantes mandatos da vereação, na Câmara, serão distribuídos, segundo o método de Hondt, pelos restantes partidos mais votados. Acresce que o presidente poderá substituir os “seus” vereadores, sempre que o entenda, tal como sucede aquando das remodelações governamentais promovidas pelo primeiro-ministro. Contudo, o líder autárquico terá de escolher sempre de entre os membros da Assembleia Municipal.
Os presidentes das Juntas de Freguesia — cujo processo eleitoral será mantido — continuarão a ter assento, por inerência, na Assembleia Municipal. Todavia, perderão o direito de voto no que toca às seguintes matérias: orçamento e plano plurianual da respectiva Câmara, bem como moções de rejeição do executivo municipal (uma novidade trazida pela reforma em curso).
Em minha opinião, a mudança mais relevante que consta do diploma de revisão da lei em causa diz respeito às competências que nele são atribuídas a cada Assembleia Municipal. De todas essas prerrogativas, aquela que é politicamente mais decisiva consiste na possibilidade de derrubar a Câmara mediante a aprovação de uma “moção de rejeição” (na Assembleia Municipal). Como atrás referi, os presidentes de Junta de Freguesia não poderão participar nesta votação.
Todas estas alterações resultaram de um acordo entre o PS e o PSD. Serão apresentadas no Parlamento no próximo dia 21 de Dezembro.
Já escrevei, neste jornal, sobre a necessidade da reforma agora em vias de concretização. Embora haja aspectos que não merecem a minha concordância, como é o caso das regras para a formação do elenco camarário, saúdo este entendimento político e a generalidade das mudanças introduzidas numa lei cujo “prazo de validade” já há muito estava esgotado.
A possibilidade das assembleias municipais, com competências reforçadas, terem poderes para derrubar uma Câmara constitui uma medida da maior lucidez política. Os órgãos deliberativos municipais, cuja importância estava a decrescer a olhos vistos, ficarão, já partir de 2009, com a representatividade institucional e política máxima, em cada concelho. Tal como o Parlamento, que pode derrubar um Governo e se situa protocolarmente acima na hierarquia do Estado, a Assembleia Municipal poderá travar um executivo municipal cuja acção se revele calamitosa para o futuro de cada concelho.
Até agora, os munícipes teriam de aguentar, durante quatro anos (sem apelo nem agravo) as “loucuras” dos executivos pautados pela incompetência e pela “gastação” excessiva dos dinheiros públicos na miragem de novas vitórias eleitorais. A partir de 2009, as coisas serão diferentes. É caso para felicitar o Partido Socialista pela sua capacidade de, a nível nacional, apresentar propostas tão válidas que conquistam a adesão dos próprios adversários (neste caso, do segundo maior partido político de Portugal). E quando assim acontece, o eleitorado agradece!


2 de Dezembro de 2007.


José Miguel Correia Noras
(Presidente da Concelhia do PS de Santarém; ex-Presidente da Câmara e da Assembleia Municipal de Santarém; Vereador da Câmara Municipal de Lamego)

Secretariado da Comissão Concelhia do Partido Socialista

Os membros da Comissão Política Concelhia de Santarém tomaram posse e elegeram o respectivo Secretariado, na passada sexta-feira, dia 30 de Novembro.

Contando com 37 votos a favor (houve três votos em branco e um voto contra), o Secretariado Executivo da CPC ficou assim constituído:



José Miguel Correia Noras

António José Piedade Carmo

Carlos Manuel Segundo Nestal

Dunia Rosale Entrudo Viegas Palma

João Carlos Frazão Grego

Joaquim Augusto Queirós Frazão Neto

José Ilídio Fonseca Freire

Maria João Trindade Silva

Patrícia Manuel Couto Moital

Raul Augusto Duarte Violante

Ricardo Zarco Martinho do Rosário



Para além desta eleição, foram ainda tratados os seguintes temas: periodicidade das reuniões, articulação com os eleitos locais pelo PS no concelho, situação financeira e acções políticas a desenvolver perante os desafios eleitorais que coincidirão com o mandato da actual Comissão Concelhia (Eleições para o Parlamento Europeu, Eleições Autárquicas, já ao abrigo da nova lei, e Eleições Legislativas).

CPCPS

11/14/2007

José Miguel Noras é o novo presidente da Comissão Política concelhia

José Miguel Noras, foi eleito na passada sexta-feira, dia 9/11, presidente da Comissão Política Concelhia de Santarém do PS, com 116 votos a favor e 13 brancos.

11/05/2007

Regressar às Vitórias



Reconstruir sem devorar as raízes

Quis um significativo número de militantes sacudir a minha ambicionada paz política, na serena tranquilidade dos propósitos que, no presente, me dominam ao serviço da duriense autarquia de Lamego.

Fizeram-no, contudo, de modo cativante e favorável ao despertar da minha “jugulada militância partidária” no Ribatejo.

Assim, avaliados os riscos e a complexa situação com que o PS se debate em Santarém, decidi apresentar a minha candidatura às eleições de 9 de Novembro de 2007, para a Comissão Política Concelhia do Partido Socialista.

Faço-o, sob o signo “Regressar às vitórias”, reconstruindo, sem excluir, nem devorar as raízes! A tarefa é árdua. Será um duro combate, exigindo múltiplos sacrifícios e um trabalho intenso, freguesia a freguesia, lugar a lugar! No entanto, a vida política é isso mesmo: um duro combate, mas um duro combate que só aos fracos abate. Aos militantes do PS, só pode estimular, de regresso às vitórias, com alegria, com empenhamento, com humildade e com muita determinação!

Nestas condições, e ciente de que, na vida política, nada fica do que se diz, só permanece o que se pensa e o que se concretiza, resolvi, com a minha equipa, resumir o nosso programa de acção em duas frases:

1) pensar mais a política;
2) trabalhar melhor no concelho.

Santarém, 30 de Outubro de 2007.

José Miguel Correia Noras
(Militante número 7606)

Lista candidata à Comissão Política Concelhia de Santarém do Partido Socialista para o biénio de 2007/2009

Efectivos


1. José Miguel Correia Noras
2. António Gomes da Silva Veiga
3. Ana Paula Carvalho de Almeida Mena
4. António João Ferreira Henriques
5. António José Piedade Carmo
6. Carla Sofia de Sousa Mendes Fernandes Oliveira
7. António Rebelo Pereira
8. Carlos Alberto Narciso Marques
9. Carmen Dolores Guerra Melro Gonçalves
10. Carlos Manuel Nunes Azemel
11. Carlos Manuel Segundo Nestal
12. Catarina Isabel Santos Silva Campos
13. Carlos Martinho Barata Cristo
14. Diamantino Cordeiro Duarte
15. Clara Cristina Simões Lopes
16. Eliseu Manuel Nunes Raimundo
17. Emílio António Menino Esteves Cardoso
18. Dunia Rosale Entrudo Viegas Palma
19. Fernando Manuel Frazão Pereira
20. Fernando Mendes Fernandes
21. Graça Maria de Oliveira Barreiro Faustino
22. Francisco Cordeiro
23. Heitor Jesus Rum Correia
24. Idalina Dinis Gomes Prata Leal
25. João Carlos Frazão Grego
26. Joaquim da Silva Lucas da Graça
27. Maria Elvira Vieira Marques Teixeira
28. Joaquim Augusto Queirós Frazão Neto
29. José Ilídio Fonseca Freire
30. Maria Graça Carvalho V. Machado Morgadinho
31. José Luís Cruz
32. Luís Emílio Rodrigues Duarte
33. Maria Ilda Paulino Lanceiro
34. Luís Manuel Graça Baptista
35. Luís Manuel Madeira Mena Esteves
36. Maria João Trindade Silva
37. Luís Miguel Santana Justino
38. Manuel António Santos Afonso
39. Patrícia Manuel Couto Moital
40. Pedro Guilherme Madeira Mena Esteves
41. Raul Augusto Duarte Violante
42. Sandra Marisa Martins Vitorino
43. Ricardo Zarco Martinho do Rosário
44. Teresa Paula Gomes Silva
45. Vítor Manuel Delgado Prata Leal


Não efectivos


1. Alfredo Joaquim Cardoso Lobato
2. Bonifácio Cordeiro Torre
3. Ana Isabel Gonçalves Garcia
4. Carlos Alberto Lourenço Silva Trindade
5. Carlos Alberto Roldão Fernandes
6. Ana Margarida Silveiro Rosa
7. Dulcídio Vargas Costa
8. Fernando Gonçalves Ribeiro Trindade
9. Catarina Miriam Gonçalves Abreu
10. Fernando Silva Rita
11. Isidro Mena Esteves
12. Maria do Céu Duarte Costa Trindade
13. João Pedro Santos Virtudes
14. Manuel Botas Almeida Mena
15. Maria José de Castro Jorge Pereira
16. Manuel Carreira Correia
17. Paulo Jorge Pereira Cardoso Bento
18. Paula Cristina Cristóvão Francisco
19. Rui Manuel Pedro Gonçalves Melro