7/25/2007
7/10/2007
“IVO HOTEIS” - Declaração de voto do PS na Assembleia Municipal
DECLARAÇÃO DE VOTO
<!--[if !supportLists]-->1) <!--[endif]-->Considerando que a avaliação para o terreno e benfeitorias comummente designadas por “IVO HOTEIS” realizada a pedido da CMS pela Sociedade Antónia Risques em Maio de 2007, atribuiu a esse património imobiliário o valor de 1.201.900€.
<!--[if !supportLists]-->2) <!--[endif]-->Considerando que já em 1994 uma avaliação realizada por peritos da CMS, atribuía ao mesmo património o valor de 1.540.000€.
<!--[if !supportLists]-->3) <!--[endif]-->Considerando como estranho que o mesmo património imobiliário em 13 anos e em claro contra-ciclo com o mercado se desvalorize 338.000€.
<!--[if !supportLists]-->4) <!--[endif]-->Considerando que apesar das condicionantes que recaem sobre o terreno, a área de construção das infra-estruturas de apoio à unidade hoteleira pode ser ampliada permitindo uma valorização do património em causa, sem que para tal haja qualquer necessidade de revisão do PDM.
<!--[if !supportLists]-->5) <!--[endif]-->Considerando que a empresa IVO HOTEIS ficou em 1991 isenta do pagamento de Sisa e beneficiou da atribuição de subsídios por parte do Fundo de Turismo, tendo em vista a construção de um hotel que não concretizou.
<!--[if !supportLists]-->6) <!--[endif]-->Considerando que se o julgamento do processo de reversão por incumprimento da IVO HOTEIS, marcado para Novembro de 2006 e suspenso por indicação da Câmara Municipal de Santarém, tivesse ocorrido na data prevista, já hoje existiria uma sentença e estaríamos, no máximo entre ano e meio a dois anos de uma decisão final, contando com recursos.
<!--[if !supportLists]-->7) <!--[endif]-->Considerando que a Câmara Municipal de Santarém ao fazer esta transacção pelo valor de 900.000€, cria condições para que logo a seguir a IVO HOTEIS proceda à alienação do terreno, como a própria o afirma em carta dirigida à autarquia.
<!--[if !supportLists]-->8) <!--[endif]-->Considerando que uma operação desta natureza possibilitará à IVO HOTEIS a realização de mais-valias que noutras condições poderiam reverter para os cofres municipais.
Pelos motivos acima expostos, o Partido Socialista votou contra a proposta apresentada pelo Sr. Presidente da Câmara em nome da Câmara Municipal de Santarém, por entender que desta forma não estão assegurados os legítimos interesses dos munícipes de Santarém e da sua autarquia.
Santarém, 5 de Julho de 2007
O Grupo Parlamentar do Partido Socialista
na Assembleia Municipal de Santarém
6/21/2007
PROTOCOLO (Esclarecimento da Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Moniz)
Em virtude da publicação, em diversos órgãos da imprensa escrita, de duas cartas da autoria do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Santarém, e nas quais sou visada, cumpre-me esclarecer os factos descritos com a seriedade exigível a quem ocupa um cargo público.
O Senhor Presidente da Câmara Municipal de Santarém atribui-me a violação da Lei nº 40/2006, de 25 de Agosto, relativa às precedências do Protocolo do Estado Português, em cerimónias onde fui convidada a presidir, pelas respectivas entidades organizadoras, no concelho de Santarém.
Esta alegação não encontra respaldo na referida lei, confundindo-se o estatuto atribuído por lei referente à presidência da cerimónia em causa (art 6.º) com a situação de precedência para efeitos protocolares (art 7.º).
Nada há na lei que impeça a entidade organizadora de determinado evento de dirigir um convite a um membro do Governo para que este presida à cerimónia em causa, excepto quando o próprio diploma legal imponha que a presidência tem, obrigatoriamente, de caber ao titular de m específico cargo público.
As situações descritas pelo Senhor Presidente da Câmara resumem-se a um convite que me foi dirigido para presidir a uma cerimónia de Almoço de Natal, organizada pela Associação de Solidariedade Social e Melhoramentos de Amiais de Baixo e, ainda que todas as exigências protocolares de Estado não tivessem sido escrupulosamente observadas, não me competia cometer a indelicadeza de contrariar as diligências adoptadas pela organização que me convidou.
Se é salutar o afinco que o Senhor Presidente da Câmara coloca na aplicação das leis da República, não deixa de ser estranho que esta questão só se coloque em relação a mim, em cerimónias que têm lugar no concelho do qual sou natural e onde fui vereadora responsável pelos pelouros da Cultura, Acção Social, Património, Turismo, Saúde e Defesa do Consumidor.
É que apesar desta estrita aplicação da leitura do Protocolo de Estado, relativamente à Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, constituir um ponto de honra para o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Santarém, o facto é que, tanto outros colegas Secretários de Estado, como o Senhor Governador Civil de Santarém, já presidiram a diversas cerimónias onde o referido autarca esteve presente, não tendo este suscitado as objecções que a mim entende impor.
Refira-se, por último, que o "raspanete" a que o Senhor Presidente da Câmara faz referência, na carta enviada ao Senhor Presidente da Comissão de Ética da Assembleia da República, deve-se ao facto de, na cerimónia em que estivemos presentes, o Senhor Presidente da Câmara se ter dirigido a mim de forma que considero desenquadrada e incorrecta, exigindo-se que o tratamento entre ambos decorresse com a dignidade institucional dos cargos que ocupamos.
São estes os esclarecimentos que entendo deverem ser prestados, considerando esta questão encerrada, pois a natureza e o grau de importância destes episódios não justificam, em face das responsabilidades que nos estão confiadas, maior dispêndio de tempo.
Idália Moniz
Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação
O Senhor Presidente da Câmara Municipal de Santarém atribui-me a violação da Lei nº 40/2006, de 25 de Agosto, relativa às precedências do Protocolo do Estado Português, em cerimónias onde fui convidada a presidir, pelas respectivas entidades organizadoras, no concelho de Santarém.
Esta alegação não encontra respaldo na referida lei, confundindo-se o estatuto atribuído por lei referente à presidência da cerimónia em causa (art 6.º) com a situação de precedência para efeitos protocolares (art 7.º).
Nada há na lei que impeça a entidade organizadora de determinado evento de dirigir um convite a um membro do Governo para que este presida à cerimónia em causa, excepto quando o próprio diploma legal imponha que a presidência tem, obrigatoriamente, de caber ao titular de m específico cargo público.
As situações descritas pelo Senhor Presidente da Câmara resumem-se a um convite que me foi dirigido para presidir a uma cerimónia de Almoço de Natal, organizada pela Associação de Solidariedade Social e Melhoramentos de Amiais de Baixo e, ainda que todas as exigências protocolares de Estado não tivessem sido escrupulosamente observadas, não me competia cometer a indelicadeza de contrariar as diligências adoptadas pela organização que me convidou.
Se é salutar o afinco que o Senhor Presidente da Câmara coloca na aplicação das leis da República, não deixa de ser estranho que esta questão só se coloque em relação a mim, em cerimónias que têm lugar no concelho do qual sou natural e onde fui vereadora responsável pelos pelouros da Cultura, Acção Social, Património, Turismo, Saúde e Defesa do Consumidor.
É que apesar desta estrita aplicação da leitura do Protocolo de Estado, relativamente à Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, constituir um ponto de honra para o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Santarém, o facto é que, tanto outros colegas Secretários de Estado, como o Senhor Governador Civil de Santarém, já presidiram a diversas cerimónias onde o referido autarca esteve presente, não tendo este suscitado as objecções que a mim entende impor.
Refira-se, por último, que o "raspanete" a que o Senhor Presidente da Câmara faz referência, na carta enviada ao Senhor Presidente da Comissão de Ética da Assembleia da República, deve-se ao facto de, na cerimónia em que estivemos presentes, o Senhor Presidente da Câmara se ter dirigido a mim de forma que considero desenquadrada e incorrecta, exigindo-se que o tratamento entre ambos decorresse com a dignidade institucional dos cargos que ocupamos.
São estes os esclarecimentos que entendo deverem ser prestados, considerando esta questão encerrada, pois a natureza e o grau de importância destes episódios não justificam, em face das responsabilidades que nos estão confiadas, maior dispêndio de tempo.
Idália Moniz
Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação
5/29/2007
Texto da conferência de imprensa de 29 de Maio
Após mais de 18 meses de gestão do PSD de Moita Flores, é já claro e evidente, que a esta gestão só interessa o conflito, a propaganda e a imagem e não a resolução dos problemas reais das populações. Vejamos:
Com o PSD de Moita Flores privilegiou-se o conflito ao diálogo e abriram-se guerras públicas com instituições e organizações importantes para o desenvolvimento de Santarém. São públicas e conhecidas as guerras com a CULT e o CNEMA.
Com o PSD de Moita Flores o nosso município destruiu a empresa intermunicipal Águas do Ribatejo e Santarém corre o risco de perder milhões de euros de dinheiros europeus.
Com o PSD de Moita Flores o saneamento básico já se atrasou mais de 18 meses, não se sabendo quanto tempo mais vai continuar a ser uma promessa não cumprida. Que o digam as populações das freguesias rurais, que vêem ainda mais adiadas a resolução dos seus problemas.
Com o PSD de Moita Flores a Revisão do PDM e da Carta da REN (Reserva Ecológica Nacional) foi bloqueada, adiando-se ainda mais, e ao contrário do que se propagandeia, a possibilidade dos jovens construírem a sua casa.
Com o PSD de Moita Flores a reivindicação do novo nó de acesso à Auto-estrada Santarém Norte na zona de Pernes/Torre do Bispo foi esquecida. Ao contrário da Câmara do Cartaxo que aproveitou as obras de alargamento, a Câmara de Santarém nada fez para ter um novo acesso à A1.
Com o PSD de Moita Flores o objectivo principal foi suspender ou destruir os projectos lançados pelo PS. São exemplos dessa actuação:
A este propósito, o Partido Socialista rejeita qualquer tipo de justificação em defesa da realização de uma feira concorrente com a Feira Nacional da Agricultura e Feira do Ribatejo.
Qualquer justificação carece de credibilidade, principalmente quando se tem necessidade de usar a memória dos scalabitanos para justificar o que não é mais que uma guerra sem sentido, que só prejudica os interesses do Concelho.
Uma guerra inserida numa estratégia de conflito que tem sido seguida pelo Dr. Moita Flores e pelo PSD e contra a qual o PS sempre se tem manifestado de forma clara.
A Comissão Politica Concelhia do Partido Socialista espera, e esperam todos os Munícipes do nosso Concelho, que o actual executivo mude de rumo, no sentido que o centro das preocupações deixa de ser o conflito, a propaganda e a imagem para passar a ser a melhoria das condições de vida das populações.
29 de Maio de 2007
A Comissão Política Concelhia do Partido Socialista
Com o PSD de Moita Flores privilegiou-se o conflito ao diálogo e abriram-se guerras públicas com instituições e organizações importantes para o desenvolvimento de Santarém. São públicas e conhecidas as guerras com a CULT e o CNEMA.
Com o PSD de Moita Flores o nosso município destruiu a empresa intermunicipal Águas do Ribatejo e Santarém corre o risco de perder milhões de euros de dinheiros europeus.
Com o PSD de Moita Flores o saneamento básico já se atrasou mais de 18 meses, não se sabendo quanto tempo mais vai continuar a ser uma promessa não cumprida. Que o digam as populações das freguesias rurais, que vêem ainda mais adiadas a resolução dos seus problemas.
Com o PSD de Moita Flores a Revisão do PDM e da Carta da REN (Reserva Ecológica Nacional) foi bloqueada, adiando-se ainda mais, e ao contrário do que se propagandeia, a possibilidade dos jovens construírem a sua casa.
Com o PSD de Moita Flores a reivindicação do novo nó de acesso à Auto-estrada Santarém Norte na zona de Pernes/Torre do Bispo foi esquecida. Ao contrário da Câmara do Cartaxo que aproveitou as obras de alargamento, a Câmara de Santarém nada fez para ter um novo acesso à A1.
Com o PSD de Moita Flores o objectivo principal foi suspender ou destruir os projectos lançados pelo PS. São exemplos dessa actuação:
- o novo Complexo Desportivo Municipal cuja obra estava em curso e foi parada;
- o Jardim Sá da Bandeira cujo projecto de requalificação estava em curso e que o PSD entendeu mandar para o lixo;
- o Jardim das Portas de Sol cujo projecto estava em curso e que foi agora abandonado desperdiçando-se dinheiro, tempo e recursos;
- a requalificação do Campo da Feira já com plano de pormenor, loteamento municipal e concurso público para a 1ª fase aprovados e que depois de 18 meses parados, vem agora o executivo do PSD propor a sua anulação.
- o mesmo se passa relativamente aos planos de pormenor de S. Francisco e do Cerco de S. Lázaro, já em fase adiantada de execução e que o executivo do PSD quer ver anulados.
A este propósito, o Partido Socialista rejeita qualquer tipo de justificação em defesa da realização de uma feira concorrente com a Feira Nacional da Agricultura e Feira do Ribatejo.
Qualquer justificação carece de credibilidade, principalmente quando se tem necessidade de usar a memória dos scalabitanos para justificar o que não é mais que uma guerra sem sentido, que só prejudica os interesses do Concelho.
Uma guerra inserida numa estratégia de conflito que tem sido seguida pelo Dr. Moita Flores e pelo PSD e contra a qual o PS sempre se tem manifestado de forma clara.
A Comissão Politica Concelhia do Partido Socialista espera, e esperam todos os Munícipes do nosso Concelho, que o actual executivo mude de rumo, no sentido que o centro das preocupações deixa de ser o conflito, a propaganda e a imagem para passar a ser a melhoria das condições de vida das populações.
29 de Maio de 2007
A Comissão Política Concelhia do Partido Socialista
5/19/2007
Li com agrado O Ribatejo desta semana.
Informação objectiva e alargada e uma opinião acutilante mas assertiva expressa no editorial, são os sinais mais visíveis de uma mudança que se está a operar e que só pode ser fruto de uma verdade que entra pelos olhos dentro...
Penso que Joaquim Duarte não se importará de ser aqui citado, pelo que cá vai:
“(...) nem sempre serão os melhores motivos que justificam que instituições e figuras públicas andem nas bocas do mundo. Veja-se o caso de Santarém, onde é notoriamente excessivo o nível de tensão nas relações da Câmara com os seus parceiros da CULT primeiro e agora com a Direcção do CNEMA, de que também é accionista. O grau de conflitualidade latente e a troca de mimos já expressos na praça pública não auguram nada de bom para os interesses da cidade e da região. É notório que em qualquer destes conflitos há investimentos públicos envolvidos, e por isso se teme que os protagonistas ultrapassem o limiar do bom senso. A disputa política e de interesses entre as partes não justifica tudo e está a conduzir a situações de animosidade pessoal dificilmente reversíveis. Porém as razões de tamanhos desentendimentos continuam a ser pouco claras para os cidadãos, pela simples razão de que os envolvidos também não as conseguem esclarecer entre eles.
Entre acusações... e omissões, fica a pergunta: quem ganha o quê e a quem com tudo isto? Obviamente que nos referimos à disputa que conduziu ao mutilado desenlace das Águas do Ribatejo e, agora, à quase duplicação do maior cartaz de Santarém que é a Feira do Ribatejo”
Os parabéns são devidos também à concelhia de Santarém do Partido Comunista Português, que em poucas palavras pôs no papel aquilo que os eleitos da CDU são incapazes de referir em horas seguidas de debates na Câmara e na Assembleia Municipal.
Acusado pelos comunistas scalabitanos de ter uma concepção “caciquista e demagógica da política”, Moita Flores, segundo estes e citando “O Ribatejo”, não resiste à auto-bajulação e aos seus tiques de saltimbanco da política, mas também porque, como já nos habituou, precisa como de pão para a boca de ir lançando granadas de fumo na opinião pública, de modo a fazer com que se perceba o menos possível que a gestão PSD/MOITA FLORES, para além da propaganda e das festas, é inábil e medíocre.”
Também João Machado, Presidente da CAP e do Conselho de Administração do CNEMA, vem diplomaticamente explicar como o Presidente da Câmara de Santarém não é pessoa de confiança. Senão vejamos. “O Presidente da Câmara de Santarém comprometeu-se perante os accionistas do CNEMA, na Assembleia-geral a não realizar uma feira junto à Praça de Touros em simultâneo com a feira Nacional de Agricultura. (...)
(...) O compromisso assumido pelo Presidente da Câmara fez parte do acordo que viabilizou a eleição dos novos corpos sociais do CNEMA na sexta-feira. Nós cumprimos a nossa parte do acordo, incluímos os nomes indicados pela Câmara para o Conselho de Administração e a presidência do Conselho Fiscal. Agora esperamos que a Câmara cumpra a sua parte do acordo e não leve por diante o programa anunciado na semana passada, com espectáculos durante 10 dias, , de manhã à noite e não apenas nos três dias das corridas de touros.”
Por último é António José Ganhão, Presidente da Câmara Municipal de Benavente e Vice-Presidente da CULT quem vem chamar mentiroso a Moita Flores. É ele quem, segundo ainda O Ribatejo, afirma: “Moita Flores tem faltado gravemente à verdade!”, para mais à frente se insurgir contra o facto de Moita Flores ter iniciado as negociações com o potencial parceiro privado da CULT na empresa ÁGUAS DO RIBATEJO, antes mesmo de o concurso ter sido homologado.
Como se vê o Dr. Moita Flores faz amigos a uma velocidade vertiginosa...
Maio de 2007
Luís Fonseca
Penso que Joaquim Duarte não se importará de ser aqui citado, pelo que cá vai:
“(...) nem sempre serão os melhores motivos que justificam que instituições e figuras públicas andem nas bocas do mundo. Veja-se o caso de Santarém, onde é notoriamente excessivo o nível de tensão nas relações da Câmara com os seus parceiros da CULT primeiro e agora com a Direcção do CNEMA, de que também é accionista. O grau de conflitualidade latente e a troca de mimos já expressos na praça pública não auguram nada de bom para os interesses da cidade e da região. É notório que em qualquer destes conflitos há investimentos públicos envolvidos, e por isso se teme que os protagonistas ultrapassem o limiar do bom senso. A disputa política e de interesses entre as partes não justifica tudo e está a conduzir a situações de animosidade pessoal dificilmente reversíveis. Porém as razões de tamanhos desentendimentos continuam a ser pouco claras para os cidadãos, pela simples razão de que os envolvidos também não as conseguem esclarecer entre eles.
Entre acusações... e omissões, fica a pergunta: quem ganha o quê e a quem com tudo isto? Obviamente que nos referimos à disputa que conduziu ao mutilado desenlace das Águas do Ribatejo e, agora, à quase duplicação do maior cartaz de Santarém que é a Feira do Ribatejo”
Os parabéns são devidos também à concelhia de Santarém do Partido Comunista Português, que em poucas palavras pôs no papel aquilo que os eleitos da CDU são incapazes de referir em horas seguidas de debates na Câmara e na Assembleia Municipal.
Acusado pelos comunistas scalabitanos de ter uma concepção “caciquista e demagógica da política”, Moita Flores, segundo estes e citando “O Ribatejo”, não resiste à auto-bajulação e aos seus tiques de saltimbanco da política, mas também porque, como já nos habituou, precisa como de pão para a boca de ir lançando granadas de fumo na opinião pública, de modo a fazer com que se perceba o menos possível que a gestão PSD/MOITA FLORES, para além da propaganda e das festas, é inábil e medíocre.”
Também João Machado, Presidente da CAP e do Conselho de Administração do CNEMA, vem diplomaticamente explicar como o Presidente da Câmara de Santarém não é pessoa de confiança. Senão vejamos. “O Presidente da Câmara de Santarém comprometeu-se perante os accionistas do CNEMA, na Assembleia-geral a não realizar uma feira junto à Praça de Touros em simultâneo com a feira Nacional de Agricultura. (...)
(...) O compromisso assumido pelo Presidente da Câmara fez parte do acordo que viabilizou a eleição dos novos corpos sociais do CNEMA na sexta-feira. Nós cumprimos a nossa parte do acordo, incluímos os nomes indicados pela Câmara para o Conselho de Administração e a presidência do Conselho Fiscal. Agora esperamos que a Câmara cumpra a sua parte do acordo e não leve por diante o programa anunciado na semana passada, com espectáculos durante 10 dias, , de manhã à noite e não apenas nos três dias das corridas de touros.”
Por último é António José Ganhão, Presidente da Câmara Municipal de Benavente e Vice-Presidente da CULT quem vem chamar mentiroso a Moita Flores. É ele quem, segundo ainda O Ribatejo, afirma: “Moita Flores tem faltado gravemente à verdade!”, para mais à frente se insurgir contra o facto de Moita Flores ter iniciado as negociações com o potencial parceiro privado da CULT na empresa ÁGUAS DO RIBATEJO, antes mesmo de o concurso ter sido homologado.
Como se vê o Dr. Moita Flores faz amigos a uma velocidade vertiginosa...
Maio de 2007
Luís Fonseca
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